MSC Grandiosa voltará a navegar a partir de 24 de janeiro

19/01/2021
• O último decreto ministerial do governo italiano confirma que os cruzeiros podem voltar a operar sob a proteção de seu protocolo único de saúde e segurança 
• O mais novo navio da Companhia retomará os cruzeiros semanais programados no Mediterrâneo Ocidental, após a pausa forçada das operações durante as festividades de fim de ano

A MSC Cruzeiros anunciou hoje que o MSC Grandiosa retornará ao mar a partir de 24 de janeiro.

Seguindo o último decreto ministerial emitido pelo governo italiano e as medidas de saúde relacionadas atualizadas, o mais novo navio da Companhia retomará seus cruzeiros semanais planejados, partindo todos os domingos de Gênova, na Itália e com escalas nos portos italianos de Civitavecchia, Nápoles, Palermo, bem como Valeta, em Malta. O embarque também estará disponível nos demais portos da Itália.

O último decreto ministerial autorizou a retomada das operações de cruzeiros sob a proteção do protocolo único de saúde e segurança que tinha sido desenvolvido em conjunto e autorizado pelas autoridades italianas de saúde, transporte e segurança no ano passado. Desde então, a MSC Cruzeiros recebeu com segurança mais de 30.000 hóspedes a bordo de seus dois navios com base na Itália.
Durante as festividades de Natal e final de ano até a emissão do último decreto ministerial, a operação dos cruzeiros com base na Itália foi temporariamente suspensa devido às medidas restritivas relacionadas à circulação dentro do país estabelecidas pelas autoridades locais.

Para mais informações visite www.msccruzeiros.com.br.

FIM


Notas para editores

Protocolo de saúde e segurança da MSC Cruzeiros

A MSC Cruzeiros, em meados de agosto, se tornou a primeira grande Companhia de cruzeiros a retomar a navegação após a paralisação global da indústria em março, causada pela pandemia em terra.

O MSC Grandiosa, o mais novo navio da empresa, partiu no domingo, 16 de agosto, de Gênova, na Itália, com hóspedes a bordo para a primeira de suas viagens de 7 noites no Mediterrâneo Ocidental.

Isso foi possível após a aprovação das autoridades competentes na Itália, Malta e Grécia do protocolo de saúde e segurança líder da indústria, projetado para proteger o bem-estar de todos os hóspedes, tripulantes e comunidades a serem visitadas.

Este protocolo líder da indústria, que foi projetado desde o início para se adaptar a situação de saúde oscilante em terra, foi recentemente reforçado em linha com a atual evolução da pandemia no continente europeu, com uma série de medidas rigorosas aprimoradas.

As medidas adicionais incluem:
  • Teste adicional de antígeno para COVID-19 a bordo para todos os hóspedes no meio do cruzeiro, além da testagem universal pré-embarque existente para todos os hóspedes;
  • A frequência dos testes de toda a tripulação durante o seu tempo a bordo aumentou de duas vezes por mês para semanalmente, que é adicional aos testes pré-embarque para toda a tripulação e outras medidas de monitoramento de saúde contínuas;
  • Aumento da frequência da higienização a bordo, em particular de áreas públicas e pontos tocados com frequência;
  • Estreitamento da definição de contato próximo para fins de rastreamento, reduzindo o tempo que os indivíduos ficam em contato de 15 minutos para 10 minutos.

O protocolo MSC Cruzeiros é baseado em nove pilares, muitos dos quais foram adotados por outras empresas de cruzeiros, a Cruise Lines Industry Association (CLIA) e companhias aéreas internacionais e aeroportos.

1. Teste para COVID-19 em todos os hóspedes pelo menos duas vezes por viagem;
2. Teste para COVID-19 em toda a tripulação pelo menos três vezes antes do embarque e semanalmente a bordo;
3. Apenas excursões em terra protegidas, como "bolhas sociais" organizadas;
4. Ventilação HVAC com ar fresco;
5. Resposta de contingência que não sobrecarrega as infraestruturas de saúde locais;
6. Espaço de isolamento a bordo e rastreamento, incluindo contatos próximos;
7. Uso de máscaras;
8. Distanciamento físico - auxiliado pela capacidade reduzida do navio;
9. Monitoramento contínuo da prevalência da COVID-19.